O leitor irá ler na introdução que Voltaire, um grande sábio, afirmava ser a tolerância o apanágio da humanidade. Na parte história, tomará conhecimento de milhares de anos da evolução da literatura erótica, da China, à Pérsia, à Arábia, à África, à Europa, aos Estados Unidos e à América Latina, onde se manifestou na literatura fantástica de Jorge Amado, Pablo Neruda, Gabriel Garcia Marques, Carlos Drummond de Andrade, Mário Vargas Llosa, dentre outros. Os contos, por sua vez, representam personagens diversos, todos eles fictícios, em Lisboa, no Rio de Janeiro, em São Paulo, em São José do Rio Preto, em Beijing, dentre outros rincões.
NOTA: Antonio Cláudio Mariz de Oliveira comenta:
“Os “contos malditos” de António Paixão se colocam no patamar da melhor literatura realista produzida na atualidade. Com elegância, esmerada escrita e rigor literário ele retrata uma das mais sensíveis características da condição humana: a libido, que é colocada com precisão dentro do conturbado contexto da atualidade. Uma obra que veio com a marca da plena aceitação e do sucesso.”
Detalhes:
Autor: António Paixão
ISBN: 978-85-93298-03-5
Idioma: Português
Edição: 1 / 2018
N° de páginas: 200
Editora: Editora UBE
A obra, do jornalista Raul Marques, conta a transformação da Rio Preto dos anos 50, com a migração da zona rural para a urbana e o início de uma era de ouro na natação rio-pretense, motivada pelo professor Décio Lang.
O livro Shanghai Lilly, a autobiografia autorizada de Vivian Salomon, com António Paixão antecipa, em seu título, os paradoxos de sua abordagem. A protagonista, Vivian Salomon, é praticamente antagonista de seu biógrafo, António Paixão. Ao dizer que é uma “autobiografia”, contudo, esse antagonismo é revelado antes como paródia de si mesmo do que como um relato cujo eixo central é articulado entre Solomon e Paixão.
Publicado: 2017
Publicado: 2017